Torcedor explica sua paixão pelo Corinthians e o motivo de pagar o Fiel Torcedor até 2027

Agência Corinthians


O amor do torcedor corinthiano pelo clube já rendeu muitas histórias bonitas e de superação. Com Francisco José Eufrázio de Sousa não é diferente. Residente da Zona Sul de São Paulo, o torcedor já viveu momentos altos e baixos torcendo para o Corinthians e nunca deixou de ir ao estádio acompanhar seu clube de coração. Nos dias atuais, o apaixonado pelo Timão já garantiu o plano de Fiel Torcedor até o ano de 2027 e promete ainda mais.

Francisco começou a se apaixonar pelo Corinthians aos seis anos de idade, quando via a torcida sempre apoiando a equipe e era apaixonado pelo uniforme número dois do clube, o que te influenciou a se aproximar ainda mais do Timão:

“Desde os meus seis anos eu comecei a acompanhar o Corinthians. Meu pai era santista, mas ele não era muito ligado em futebol. Tenho guardada até hoje a minha primeira camisa. Comecei a frequentar estádio desde 1995, na época do Marcelinho. São dois motivos do porque eu comecei a gostar do Corinthians. O primeiro foi por causa da torcida, aquele sentimento de povão. O segundo era uma coisa que me chamava muita atenção no Corinthians. A camisa listrada, o uniforme número dois, eu achava lindo. Isso tornou um incentivo para começar a torcer para o Timão.”



Francisco contou também quando e o que o influenciou a virar sócio do plano de Fiel Torcedor, das facilidades obtidas a partir da compra do plano, além de sua frequência no estádio:

“Virei Fiel Torcedor em junho de 2010. Eu queria ir no jogo do Corinthians contra o Fluminense e eu trabalhava no banco Santander. Um amigo meu que trabalhava lá tinha o Fiel Torcedor e me perguntou se eu queria ir no jogo. Eu nunca tinha ouvido falar no Fiel Torcedor disse que sim e ele me emprestou o dele. Na época ele me deu um boleto, eu paguei e usei o cartão dele. No dia que eu fui devolver o cartão dele eu já fiz a minha conta e estou com ela até hoje. O programa é muito prático. Eu recebo o e-mail e mensagem pelo Twitter que abriu a venda de ingressos e muitas vezes eu estou na rua, mas consigo reservar e pagar no boleto ou no cartão.”

“Só não estou comparecendo aos jogos agora por conta da pandemia, mas eu vou em jogo tanto de final de semana quanto de meio de semana. Consigo contar nos dedos os jogos que eu não fui a Arena Corinthians, que são jogos que eu não vou por motivos específicos. Um jogo que eu não fui foi Corinthians 3 a 2 São Paulo, no Brasileiro de 2017, no dia 11 de junho. Minha mãe ficou internada, tive que cuidar dela. Outro que eu não fui foi Corinthians 2 a 0 Atlético-MG porque eu tive um problema no trabalho. O jogo faz parte da minha programação do dia. No horário do jogo eu não atendo cliente.”

Perguntado sobre os motivos de pagar o Fiel Torcedor até 2027, Francisco destacou que acompanhar o Corinthians se tornou prioridade em sua vida e, como as prioridades sempre devem estar em primeiro lugar, sempre quando há a oportunidade de prolongar a sua fidelidade ele aproveita:

“Eu sempre pensei na hipótese de algum dia eu ficar desempregado ou tiver algum problema e não conseguir pagar. Ir no jogo é uma prioridade. Como eu sou profissional autônomo, tem dias que tenho dinheiro e tem dias que não tenho. Quando ainda era a Omni, eu paguei quatro anos seguidos. Quando mudou o sistema, eu vi que estava liberando o pagamento de outros anos e comecei a pagar. Eu pagava um ano, vi que tinha sobrado um pouco mais de dinheiro e pagava outro, quando eu fui ver eu já tinha pago até 2027. É uma questão de pensar no futuro.”

Quando perguntado sobre os momentos mais emocionantes presenciados no estádio assistindo o Corinthians, Franscisco citou vários jogos que o marcaram, citando o título da Libertadores de 2012, partidas contra o Vasco, Santos e Boca Juniors na mesma competição, título brasileiro de 2015 e clássico contra São Paulo pelo Paulistão. 

“Aquele gol do Rodriguinho nos acréscimos do segundo tempo da semifinal do Paulistão de 2018, contra o São Paulo. O 6 a 1, contra o mesmo São Paulo foi sensacional também. Teve uma vez que eu fui com os meus amigos para o Paraná, no Brasileirão de 2015, que vencemos o Athletico Paranaense por 4 a 1. Fui para esse jogo por intermédio do Fiel Torcedor. Eles me ligaram e perguntaram se eu tinha interesse de ir. Outro momento que eu gostei muito foi a inauguração da Arena, que tiveram vários jogos com vários jogadores diferentes. De jogo da Libertadores tem o Corinthians e Vasco, nas quartas de final de 2012, Corinthians e Santos, quando selamos a ida para a final e claro, a final contra o Boca Juniors, que foi sensacional. Na época eu não fui para a Argentina porque não consegui licença do trabalho, mas se tivesse conseguido eu teria ido.”

Francisco ainda completou relembrando partidas emocionantes que esteve presente: “Tiveram dois jogos que eu chorei. O primeiro foi aquele que o Adriano fez o gol contra o Atlético Mineiro e nesse mesmo campeonato foi aquele 5 a 0, contra o São Paulo, no gol do Jorge Henrique", disse. 

Por fim, contou um pouco de suas principais loucuras que já fez para ver o Corinthians jogar comentando sobre alguns problemas que saúde que estava passando nos dias de jogos, mas mesmo assim não deixou de acompanhar o Timão:

“Antes do jogo de volta das oitavas de final da Libertadores de 2013, contra o Boca Juniors, fiquei com cálculo renal e não consegui operar. Com isso, tive que ficar andando com cateter e, mesmo assim, fui para o jogo. Outra vez foi contra o Nacional, do Uruguai, pelo jogo de volta das oitavas de final da Libertadores de 2016, na Arena. Eu tinha que fazer uma operação de pedra na vesícula. O jogo era em uma quarta-feira e pedi para o médico para marcar depois e ele não tinha horário. Eu tive que operar um dia antes do jogo e fui para o jogo com os pontos", concluiu.